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Eleições tiveram resultado positivo, avalia Tarso
Para o ministro da Justiça, apesar da crise financeira mundial, o clima das eleições foi pacífico
06 Out 2008 - 17h12min
O ministro da Justiça, Tarso Genro, avaliou eta terça-feira, 6, que as eleições municipais tiveram resultados “altamente positivos”.
“A grande novidade desse pleito é que ele se deu no âmbito de uma crise brutal no sistema financeiro mundial e aqui as eleições se deram com absoluta tranquilidade, absoluto respeito entre as forças políticas adversárias, valorizando muito o processo político no nosso país”, afirmou logo depois de assinar um convênio com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para a realização de cursos de mediação de conflitos.
Tarso afirmou também que a manutenção das tropas federais no Rio de Janeiro vai depender de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o Ministério da Defesa. Para o ministro, as Forças Armadas tiveram uma função preventiva na capital fluminense “e se saíram muito bem, sem nenhum problema”.
Ele também destacou que a Polícia Federal teve que “fazer alguns movimentos” em alguns locais do país, mas de maneira discreta, e que as prisões foram decorrentes de excessos, que podem ser considerados normais. De acordo com dados de ontem (5) do TSE, a principal irregularidade encontrada foi a boca-de-urna.
Ainda ontem, o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, informou que foram gastos R$ 31 milhões com a ida dos militares para o Rio. Ele não confirmou quando o colegiado do Tribunal vai decidir sobre a permanência ou não das tropas no município.
“A grande novidade desse pleito é que ele se deu no âmbito de uma crise brutal no sistema financeiro mundial e aqui as eleições se deram com absoluta tranquilidade, absoluto respeito entre as forças políticas adversárias, valorizando muito o processo político no nosso país”, afirmou logo depois de assinar um convênio com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para a realização de cursos de mediação de conflitos.
Tarso afirmou também que a manutenção das tropas federais no Rio de Janeiro vai depender de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o Ministério da Defesa. Para o ministro, as Forças Armadas tiveram uma função preventiva na capital fluminense “e se saíram muito bem, sem nenhum problema”.
Ele também destacou que a Polícia Federal teve que “fazer alguns movimentos” em alguns locais do país, mas de maneira discreta, e que as prisões foram decorrentes de excessos, que podem ser considerados normais. De acordo com dados de ontem (5) do TSE, a principal irregularidade encontrada foi a boca-de-urna.
Ainda ontem, o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, informou que foram gastos R$ 31 milhões com a ida dos militares para o Rio. Ele não confirmou quando o colegiado do Tribunal vai decidir sobre a permanência ou não das tropas no município.
Agência Brasil
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