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rastreamento
Banco de dados permite identificação de alimentos contaminados
A expectativa é que, a partir de 2008, todos os laboratórios do governo recebam o equipamento. O serviço pode ser acessado no site do ministério
17 Dez 2007 - 20h36min
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento criou um banco de dados para rastrear a produção agropecuária e evitar a contaminação de alimentos.
O mecanismo está instalado em Campinas (SP) e consumiu investimentos de R$ 800 mil . A expectativa é que, a partir de 2008, todos os laboratórios do governo recebam o equipamento. O serviço pode ser acessado no site: www.agricultura.gov.br
"Nós teremos alimentos seguros. Quando forem exportados, vão com segurança e livres de contaminção", disse a gerente de Microbiologia de Alimentos do ministério, Josinete Freitas. "No momento em que identificamos alguma contaminação, o alimento é avaliado em laboratório e em oito horas saberemos que tipo de patógeno [o que causa a contaminação] foi detectado no produto".
Freitas faz um alerta para que a população se reeduque para saber conservar os alimentos. "Muitas vezes o consumidor compra o alimento e o acondicona de forma errada. Muitas vezes o problema [da contaminação] é de acondionamento”.
Ela conta que a maior dificuldade do ministério para implementar o sistema foi encontrar um método que atendesse às pesquisas sobre contaminação.
"Precisamos garantir que o consumidor tenha a segurança de que está adquirindo produtos que estão sendo avaliados e vendidos de forma segura".
O mecanismo está instalado em Campinas (SP) e consumiu investimentos de R$ 800 mil . A expectativa é que, a partir de 2008, todos os laboratórios do governo recebam o equipamento. O serviço pode ser acessado no site: www.agricultura.gov.br
"Nós teremos alimentos seguros. Quando forem exportados, vão com segurança e livres de contaminção", disse a gerente de Microbiologia de Alimentos do ministério, Josinete Freitas. "No momento em que identificamos alguma contaminação, o alimento é avaliado em laboratório e em oito horas saberemos que tipo de patógeno [o que causa a contaminação] foi detectado no produto".
Freitas faz um alerta para que a população se reeduque para saber conservar os alimentos. "Muitas vezes o consumidor compra o alimento e o acondicona de forma errada. Muitas vezes o problema [da contaminação] é de acondionamento”.
Ela conta que a maior dificuldade do ministério para implementar o sistema foi encontrar um método que atendesse às pesquisas sobre contaminação.
"Precisamos garantir que o consumidor tenha a segurança de que está adquirindo produtos que estão sendo avaliados e vendidos de forma segura".
Agência Brasil
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