Brasil
GREVE DE ADVERTÊNCIA
Metroviários de BH deixam 140 mil sem transporte
22 Mai 2007 - 15h14min
Os metroviários de Belo Horizonte deflagraram no final da madrugada desta terça-feira, 21, uma paralisação de 48 horas. Cerca de 140 mil pessoas que utilizam diariamente o serviço na capital mineira foram afetadas e tiveram de buscar outros meios de transporte.
A "greve de advertência" da categoria deixou conturbado o trânsito em vias importantes de Belo Horizonte e região metropolitana. A escala mínima de funcionamento, determinada pelo Ministério Público do Trabalho, não foi cumprida pelo Sindicato dos Empregados em Empresas Metroviárias de Minas Gerais (Sindmetro-MG).
Os metroviários cobram o aumento do piso salarial de R$ 573 para R$ 800, a criação do plano de cargos e o pagamento integral do plano de saúde dos funcionários. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) oferece 3% de reajuste. A proposta foi considerada "inaceitável" pelos trabalhadores.
Na última sexta-feira, a CBTU comunicou a possibilidade de greve à Procuradoria do Trabalho do Ministério Público Estadual (MPE) e solicitou uma audiência entre as partes. A CBTU também pede que seja determinada a escala mínima e feitas considerações sobre a legalidade da paralisação.
A "greve de advertência" da categoria deixou conturbado o trânsito em vias importantes de Belo Horizonte e região metropolitana. A escala mínima de funcionamento, determinada pelo Ministério Público do Trabalho, não foi cumprida pelo Sindicato dos Empregados em Empresas Metroviárias de Minas Gerais (Sindmetro-MG).
Os metroviários cobram o aumento do piso salarial de R$ 573 para R$ 800, a criação do plano de cargos e o pagamento integral do plano de saúde dos funcionários. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) oferece 3% de reajuste. A proposta foi considerada "inaceitável" pelos trabalhadores.
Na última sexta-feira, a CBTU comunicou a possibilidade de greve à Procuradoria do Trabalho do Ministério Público Estadual (MPE) e solicitou uma audiência entre as partes. A CBTU também pede que seja determinada a escala mínima e feitas considerações sobre a legalidade da paralisação.
Agência Estado
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