Gastronomia 14/04/2016 - 10h51

Hoje o dia é dele!

No Dia Internacional do Café, conheça um pouco sobre a história, a cultura e os benefícios da bebida
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Mariah Costa mariahsantosdacosta@gmail.com

Africa Studio/Shutterstock
Só o cheiro do café já pode desestressar
Puro, expresso, árabe, americano, com leite, com chantilly, cortado. Os tipos de café são diversos, atendendo aos gostos dos apreciadores de uma das bebidas mais populares em todo o mundo. E no Dia Internacional do Café, nesta quinta-feira, vale falar dos benefícios dessa bebida, como a sensação de disposição proporcionada pela elevação de adrenalina que a cafeína causa. O café dispõe de substâncias que podem auxiliar nos casos de doenças como Parkinson, Alzheimer e diabetes do tipo 2. Previne o aparecimento de cânceres e é um bom ajudante na saúde do fígado. Além disso, o café tem pouquíssimas calorias e até apenas o seu cheiro pode ser desestressante. 

Segundo a nutricionista Ângela Pirajá, por ser um ótimo termogênico, a bebida auxilia também na perda de peso. Apesar de todos os bens, Ângela faz um alerta: "Pessoas que sofrem frequentemente com enxaquecas e hipertensão devem evitar o consumo excessivo, a não ser que seja descafeinado”.
 
No Brasil
 
As condições climáticas brasileiras favoreceram o cultivo do café e o produto já foi base da economia. Hoje, o País é um dos maiores produtores e exportadores do produto. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) em parceria com o Consórcio Pesquisa Café  e a Embrapa Café, a bebida é a segunda mais consumida no território nacional, perdendo apenas para a água. A estimativa é de 81 litros de café por pessoa ao ano.
 
Mesmo em lugares com climas tropicais, a bebida quente ainda faz sucesso. De acordo com Danielly Soares, proprietária do Amika Coffehouse, em Fortaleza, ainda que hajam alternativas, como cafés gelados, os preferidos continuam sendo os tradicionais expresso e cappuccino. “O café tem uma relação cultural muito forte com as pessoas que, mesmo com o calor, não o dispensam”, afirma.

Origem e tradição
 
Acredita-se que o café foi “descoberto” pelo pastor Kaldi, que vivia onde hoje corresponde à Etiópia. Ele teria notado que ao comerem os frutos amarelo-avermelhados, suas cabras ganhavam mais energia e ficavam mais alegres. Por meio de Kaldi, um monge da região teria passado a fazer uso da infusão da fruta que o ajudava a se manter acordado durante suas orações e leituras.  A novidade se espalhou pelos monastérios e o café passou a ser cultivado, espalhando-se pelo mundo ao longo dos anos seguintes. 
 
De acordo com a cultura, o café se adequa aos gostos populares, variando seu modo de preparo e adição de ingredientes como a chicória, na França, a canela, o alho e o gengibre na África e Oriente Médio e até o licor, na Suíça. Os hábitos ao ingerir a bebida também são diversos: na Bélgica, é comum o acompanhamento do chocolate, que derrete em contato com o calor do café. Já em Cuba, geralmente a bebida é consumida em apenas um gole e na Grécia, ao lado de um copo de água gelada. Seja qual for o país e o costume, o café é o grande queridinho e o homenageado do dia.

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