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Especial 12/04/2013

O POVO celebra os 287 anos de Fortaleza

A edição de amanhã do O POVO traz caderno em homenagem ao aniversário da Capital. O projeto convida o leitor a uma cartografia sentimental da Cidade
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Para comemorar os 287 anos de Fortaleza e homenagear os que fizeram e fazem parte dessa história, O POVO traz na edição de amanhã um caderno especial composto por relatos de cidadãos e 26 crônicas que abordam os principais bairros de Fortaleza sob o olhar de cronistas do jornal e convidados. O objetivo é abordar a cidade a partir de diferentes pontos de vista e entender como ela se relaciona com seus habitantes.


Gil Dicelli, editor de arte do O POVO, conta que o editorial traz uma cartografia sentimental da cidade por meio de imagens, artigos e personagens, que serviu como direcionamento para o projeto gráfico. O editor explica que assim como as pessoas transitam pelas ruas de Fortaleza, a arte convida o leitor a transitar pelos caminhos emotivos, presentes nos textos. “Busquei traduzir essa cartografia de olhares distintos através da representação da imagem do coração anatômico”, diz.


O coração é a principal marca do projeto e tem sido trabalhado nas capas do Vida e Arte durante a semana. No caderno especial, ele aparece em todas as páginas, de modo que seu interior fosse preenchido com imagens que remetessem à cidade e aos textos. “Isso mostra as diferentes formas de amar Fortaleza”, explica Dicelli.


Yuri Leonardo, ilustrador e um dos criadores da identidade do projeto diz que tentou fugir da imagem “de cartão postal”. Para isso, misturou vários estilos como sobreposição, colagem e gravura para a produção da arte. Segundo o ilustrador, o objetivo era fazer uma relação entre os cronistas e os bairros sobre os quais tratavam e tentar expressar o que as pessoas entendem como amor à Cidade, cuidado e memória afetiva.


O ilustrador conta que tentou brincar com as ilustrações para não ser tão literal. Deste modo, também utilizou suas próprias experiências, além das vozes dos cronistas, para se inspirar durante a criação da arte. Segundo Gil, as ilustrações dialogam com as escritas de modo que podem ser consideradas um segundo texto. “É o texto através da imagem do coração e não existe nada mais representativo da emoção do que o coração”, explica. (Aline Lima, especial para O POVO)

 

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