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Aeroporto 31/05/2012

Energia volta ao normal após 45 horas

FABIO LIMA
No início da noite, o ar-condicionado não funcionava plenamente
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O fornecimento de energia elétrica para o Aeroporto Internacional Pinto Martins foi normalizado. Após 45 horas de queda de energia causada por um problema na rede do próprio aeroporto, às 18 horas de ontem a luz foi religada pela Coelce. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), técnicos permaneceram durante toda a noite monitorando o sistema para garantir a estabilidade do fornecimento. Segundo a assessoria da Infraero, houve rompimento de um cabo de energia.

 

Por volta das 18h30min, quando a equipe do O POVO esteve no aeroporto, o ar-condicionado ainda não funcionava plenamente. Na área da praça de alimentação, muitos passageiros se abanavam na tentativa de espantar o calor. Enquanto isso, lojistas calculavam o prejuízo causado pelo apagão iniciado por volta das 21 horas da última segunda-feira (28).


O supervisor de uma lanchonete do aeroporto, Marcelo Torres, calcula ter deixado de vender R$ 22 mil nos dois dias sem energia. Sem somar a perda de mercadoria. “Perdemos carne, pães, molho”, pontua. Para ele, a situação preocupa por Fortaleza ser sede da Copa do Mundo em 2014. A agência de turismo em que trabalha Caroline Kern calcula ter deixado de vender cerca de R$ 20 mil. “Perdemos vendas. Os funcionários foram deslocados para outras sedes, a sala vip ficou fechada. Foi muito desconforto. É uma vergonha isso antes da Copa”, lembrou.


Na loja em que Tayslane Mesquita trabalha, a luz do celular foi a única fonte para iluminar os cálculos das vendas. “Ficou tudo sendo anotado no papel, com ajuda da calculadora, sem ver o troco direito. Ficamos trabalhando no escuro, pegando fogo sem o ar-condicionado”, comenta. (Mariana Lazari)

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espaço do leitor
Nani 31/05/2012 16:49
Tenho medo que passaremos vergonha diante dos que virão à nossa Copa do Mundo de Futebol! Falta vergonha na cara de nossos governantes, que, por causa de sua incompetência crônica, deixaram os serviços públicos, em suas diversas facetas, chegar ao caos que é hoje...
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