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Hospital infantil 07/05/2012

Pais registram B.O. por demora no atendimento

Com mais de três horas de espera por atendimento, pais de crianças doentes foram à delegacia registrar boletim de ocorrência contra hospital
SARA MAIA
Fim de semana de superlotação no centro pediátrico
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Um grupo de pais decidiu agir contra a demora no atendimento dos filhos doentes no Centro Pediátrico da Unimed, no Joaquim Távora. Ontem, enquanto os pequenos aguardavam a vez para consulta médica, alguns pais se dirigiram até o 2º Distrito Policial (DP) para denunciar a superlotação na unidade de saúde privada.

 

O grupo registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) e deve entrar com uma ação cível contra o hospital. Durante todo o fim de semana, houve muita insatisfação na espera por atendimento. Muitas crianças apresentavam sintomas parecidos com o da dengue.


O motorista Demóstenes Avelino, 35, faz parte do grupo de pais que se dirigiu ao distrito policial. Ele diz que levou a filha com febre alta por volta das 9 horas da manhã de ontem ao centro pediátrico. Passava do meio-dia e ainda não havia previsão de atendimento. “Restavam 48 crianças na frente”.


Ele foi ao 2° DP, voltou e a situação continuava a mesma. A consulta só aconteceu às 15 horas. “Eu tive que bater na porta do médico e entrar. Minha filha estava com 39 graus de febre”, justifica. Segundo o motorista, o cenário era desolador. “Tinha criança vomitando no chão e outras chorando. Com a demora, muitos pais ficaram estressados. Estava pior que hospital público”.


Segundo os pais das crianças doentes, o descontentamento também atinge os profissionais de saúde. “Entendemos que eles estão cansados com a alta demanda e merecem ser melhor remunerados. Nossa crítica é contra a Unimed”, pontua Demóstenes. Ontem, quatro pediatras faziam o atendimento. Quando O POVO foi à unidade de saúde, no fim da tarde, eram quase 50 crianças na fila de espera.


Na noite do último sábado, uma viatura do Ronda do Quarteirão chegou a ser acionada – diante da superlotação do centro pediátrico. De acordo com um funcionário, que preferiu não se identificar, a situação é a mesma há alguns dias. O POVO tentou entrar em contato com a assessoria de imprensa da Unimed, mas ninguém atendeu ao telefone nem houve resposta ao e-mail encaminhado.

 

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA


A demora no atendimento tem sido alvo constante de reclamação entre os que procuram os hospitais da rede privada. Com o aumento do número de casos suspeitos de dengue, faltam profissionais para atender toda a demanda.

 

Saiba mais

 

Sintomas da dengue

Febre alta com início súbito; forte dor de cabeça; dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos; perda do paladar e apetite; manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores; náuseas e vômitos; tonturas; extremo cansaço; moleza e dor no corpo; muitas dores nos ossos e articulações.

O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias.  

Geralmente os sintomas aparecem a partir do terceiro dia depois da picada.

Viviane Gonçalves vivi@opovo.com.br
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fa 04/11/2012 14:36
A saúde ta uma coisa minha irmã está em casa com suspeita de câncer no figado.o hospital mandou ela voltar p casa pq não pode fazer nada gente os médicos informou que não pode fazer em relação a falta de ar, sabe qual hospital nao quer fica com minha irmã o melhor da América latina Hospital clinica
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Wellington Bastos 07/05/2012 15:13
É fácil. Troquem de plano; o consumidor tem esse poder e muitas vezes não o usa.
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Wellington Bastos 07/05/2012 15:12
É fácil. Troquem de plano; o consumidor tem esse poder e muitas vezes não o usa.
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Wellington Bastos 07/05/2012 15:12
É fácil. Troquem de plano; o consumidor tem esse poder e muitas vezes não o usa.
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Marcelo 07/05/2012 14:43
Eles pagam salários de FOME para os profissionais e não contratam ninguém e sufocam as pessoas que lá trabalham com um hospital super lotado e com equipamentos ultrapassados, e o pior!! Cobram caro pra caramba!!!
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