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Agente da PF 20/07/2012

"Não se pode fazer conjecturas", diz ministro

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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que a Policia Federal não descarta nenhuma hipótese na morte do policial Wilton Tapajós Macedo, assassinado em um cemitério de Brasília, na terça-feira. “A orientação dada à PF é que ela atue com a maior rapidez possível para que se descubra os autores deste crime. Neste momento, não se pode fazer qualquer conjectura”, afirmou.


Cardozo esteve na tarde de ontem, no Rio, no encerramento de um encontro internacional que tratou da segurança em grandes eventos. O agente participou da Operação Monte Carlo, que prendeu o empresário Carlinhos Cachoeira e investigou dezenas de policiais militares, civis e federais. A operação já tem um histórico de ameaças a investigadores e a um juiz que tocava o caso.


Agiotas

A investigação sobre a morte do agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo foca agora em duas hipóteses: morte por encomenda ou acerto de contas. Colegas de trabalho de Tapajós, que atuou na investigação contra Cachoeira, relataram aos investigadores do caso que o agente poderia estar devendo dinheiro a agiotas. A própria PF abriu inquérito para apurar o assassinato, a cargo da Delegacia de Defesa Institucional. Os investigadores já têm retrato falado de um dos suspeitos, feito a partir de informações de um coveiro do Cemitério Campo da Esperança, local onde ele foi morto com dois tiros na cabeça. As imagens de câmeras de segurança do cemitério também ajudarão os investigadores.

 

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