INOVAÇÃO 10/09/2016

O futuro do setor

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A inovação também pode vir por meio de novos materiais. O cearense Joaquim Caracas, da Impacto Protensão, trocou 85% da madeira pelo plástico reciclado. Ele desenvolveu um sistema de construção de lajes, inspirado no brinquedo Lego, que utiliza dispositivos envolvendo plástico reciclado.

 

O resultado foi mais economia de material, mais rapidez na obra e menos desperdício, o que consequentemente representa também menos impacto ao ambiente. Seu método construtivo já está em várias obras no Brasil e agora também na Bolívia e no Equador.


Ele montou um núcleo específico de inovação na empresa. Já são cinco dispositivos patenteados e mais doze em andamento.


Em São Paulo, a startup da Anielle Guedes, a Urban 3D, está desenvolvendo tecnologia de manufatura avançada para construção civil. Na prática, ela oferece às empresas projetos que conciliam robótica, impressão 3D, internet das coisas e softwares avançados de gestão para construção de prédios.


“Eu vou ter um robô que é capaz de ler um projeto em 3D. Nessa leitura, ele vai identificar onde tem parede de concreto, quais são os buracos e a partir disso consegue fazer a forma, imprime o molde em 3D e vai fazer o preenchimento”.


Para ela, o caminho é longo, mas o futuro da construção civil está na automatização de processos. “A tecnologia é a solução possível para que se tenha uma gestão mais eficiente”. (Irna Cavalcante)


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