ENTREVISTA 21/05/2016

Estratégias para se manter no topo

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Artumira Dutra artumira@opovo.com.br
JULIO CAESAR/ESPECIAL PARA O POVO
Adalberto Mota Machado, Emanuel Capistrano e Felipe Capistrano: Mota Machado reedita Megastore


Campeã de vendas no ano passado, a construtora e incorporadora Mota Machado quer se manter com o título. Para isso, antecipa para junho e julho a segunda edição do evento Megastore. Sucesso em 2015, com mais de 200 imóveis vendidos, a expectativa para este ano é de superação. O evento começa em 3 de junho com unidades em 14 empreendimentos e condições especiais.


Nesta entrevista, o diretor superintendente da Mota Machado, Adalberto Mota Machado, o diretor técnico, Emanuel Capistrano, e o gerente de Incorporações, Felipe Capistrano, falam dos planos da empresa e fazem uma análise do mercado imobiliário cearense e nacional


O POVO - A Mota Machado tem 48 anos de atuação e já atravessou altos e baixos do mercado imobiliário. Como a empresa vê o momento atual?


Emanuel Capistrano - Passamos pela falência do BNH (Banco Nacional da Habitação), quando a gente ficou órfão do sistema financeiro. Depois a Caixa Econômica assumiu e também saiu de cena no financiamento de imóveis, aí a gente partiu para o financiamento próprio. A Mota Machado sempre teve uma política de ser muito pé no chão, muito comedida no seu tamanho e na sua atuação. O momento que estamos atravessando é muito crítico, mas estamos muito otimistas de que essa coisa toda poderá dar uma virada. Estamos iniciando um novo governo e acreditamos que essa virada vai ser dada nos próximos meses.


OP - A Mota Machado foi campeã de vendas em 2015 e quer repetir o feito em 2016. Qual a estratégia?


Adalberto Mota Machado - O remédio para a crise é trabalho. E daí foi que surgiu o Megastore como uma maneira de aquecer o mercado. É como o Emanuel falou, está aparecendo uma luz no fim do túnel. Na hora que der uma esperança para esse cliente, ele volta às compras.


OP - Como foi o primeiro Megastore?


Felipe Capistrano - Foi um grande sucesso onde vendemos mais de 200 unidades. Acredito até que, no ano passado, superou as nossas expectativas.


Emanuel - Este ano de 2016, nós estamos reeditando com mais oportunidades. Estamos oferecendo mais produtos prontos ou quase prontos, abrindo um leque maior de opções para quem quer adquirir um Mota Machado. Esperamos que o sucesso seja até maior que no ano passado.

 

OP - Quando começa o segundo evento?


Felipe - O Megastore 2016 começa no dia 3 de junho, na praça do elevador panorâmico do Shopping Iguatemi, e vai até o final de julho. No ano passado ocorreu entre julho e agosto. Serão 14 empreendimentos prontos, quase prontos e na planta.


Adalberto - É importante destacar que, além da variedade, são empreendimentos de vários tamanhos e bem distribuídos na cidade. É uma grande oportunidade para atender a demanda do cliente e para realizar o sonho da casa própria.


OP – Que condições o cliente encontrará no evento?


Adalberto - Não está definido ainda porque o foco em si do Megastore é atender o cliente. Na hora em que o cliente identificar um produto, a construtora vai fazer todo o possível para dar condições de ele comprar.


OP - Quando vocês fizeram o lançamento mais recente?


Adalberto - Nosso último lançamento foi no final de 2014. Esse é um dos motivos do mercado imobiliário (cearense) ficar um pouco fora da curva, por conta da responsabilidade que todas as incorporadoras tiveram de não ofertar demais o mercado. Hoje, existe estoque, mas ele está acabando.


OP - Haverá lançamento em 2016?


Adalberto - Nós temos quatro empreendimentos que poderão ser lançados. Dois em Fortaleza, dois em São Luís e um em Teresina.


OP - Vai depender do mercado?


Adalberto - Se o mercado reagir, podemos lançar no segundo semestre. Nesse nosso negócio já estamos trabalhando para daqui há três anos. Uma experiência que a gente adquiriu nesses 48 anos é quando você vive um momento não muito bom tem que ter pé no chão, mas já vislumbrando daqui a cinco, dez anos.


OP - Como é a concorrência no Ceará?


Adalberto - Concorrência é a coisa mais sadia do mundo. Só faz a gente melhorar, trabalhar mais para ser melhor e ganhar mercado.

 

Sem concorrência, não é bom para ninguém. É ruim para o cliente e para a gente, você se acomoda. No Ceará, particularmente, a gente tem uma relação muito boa com a concorrência. A gente é concorrente, mas também é parceiro de trabalho.

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