EXEMPLOS 16/01/2016

Histórias de transtornos

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A agente administrativa Diana Margarete Rocha, 54, vive há nove anos em um apartamento na Grande Messejana. Na época da compra, ela conta que não tinha noção dos transtornos que um imóvel não protegido acusticamente poderia causar. “É muito ruim morar num apartamento assim. Os vizinhos não respeitam as regras, acabam arrastando móveis, criam animais e escutam música alta. Se fosse hoje, escolheria um imóvel que segue as regras”.


Na opinião de Diana, o que mais incomoda num imóvel não adaptado à regra, é o descaso dos vizinhos. “As pessoas agem com desrespeito em relação aos outros. Elas não percebem que o espaço delas termina quando o meu começa. É falta de educação”,.


Nádia Nunes, 23, também já sofreu com problemas parecidos. Após viver mais de um ano em apartamento, no bairro São Gerardo, ela conta que os principais transtornos eram “som alto a toda hora e aos finais de semana pioravam. De madrugada, parecia que [as pessoas] passavam a noite sapateando e arrastando móveis”, queixa-se. Como estratégia para sofrer menos, ela diz que só restava proteger os ouvidos com protetores auriculares.


Hoje, morando em uma casa, a estudante de Direito garante que quando for comprar um novo apartamento, pesquisará se a construtora segue a legislação. “Acredito que este seja um ponto importante a ser verificado antes da compra, pois influi no bem-estar”. (ER)



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