31/10/2015

Marcas do Ceará

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Ticiana Rolim, assim como Fábio Albuquerque e Luciano Cavalcante, frisa que também há muita qualidade nos profissionais locais. E menciona o escritório Nasser Hissa, uma referência cearense. “O Chico (Francisco Hissa) também viaja entra na ideia”.


Francisco Hissa diz que não tem como avaliar o próprio trabalho desta forma. “Essa autoconsideração, de sermos referência, nunca nos preocupou. Se somos ou não, é um julgamento que não pode ser feito por nós. Se por ventura somos considerados referencia, isso é em função do volume do trabalho”.


Mas diz que o tempo de atividade do escritório, 44 anos, é fundamental para a construção da marca. “Atendemos aos anseios não só de quem nos contrata, mas também do prédio, da vizinhança, do usuário da cidade”. Além disso, conta, pesou um pouco do acaso. “Começamos na cidade certa, no momento certo e sempre acreditamos”. Ele também cita o que considera referências do seu trabalho, como o prédio-sede do Grupo Telles (Ex-Ypióca), o Centro Empresarial C. Rolim e o edifício Bossa Nova.


Referência no urbanismo e na arquitetura cearense, Fausto Nilo reconhece que tem “boa audiência” – apesar de frisar que não é unanimidade – mas não se considera uma grife. “As grifes se adequariam a uma coisa de consumo. Uma pessoa que faz interiores, que faz condomínios, pode ser grife. Mas, no meu trabalho, não”, diz ele, com atuação voltada principalmente para projetos públicos. (Nathália Bernardo)


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