Elevador 13/05/2015

Governo quer liberar recursos da poupança no BC

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PROPOSTA

 

O Governo estuda liberação de parte dos recursos da poupança retidos no Banco Central (BC) para atenuar a crise na construção civil. Hoje, 30% dos valores depositados na poupança são recolhidos ao BC. A proposta em discussão é liberar mais, entre 10% e 15% do total dos depósitos, reduzindo a parcela retida no BC, para que os bancos possam aumentar a oferta de crédito para a habitação. O que poderia injetar no sistema financeiro entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.

PRIVADOS


Bancos estimularão crédito habitacional

Aperto do crédito nos bancos públicos estimulará, em um primeiro momento, o interesse pelo crédito habitacional dos bancos privados, na opinião de especialistas que analisam a situação no setor. Apesar de, mesmo após os reajustes, as instituições privadas terem taxas de juros maiores que as da Caixa e do Banco do Brasil, elas podem facilitar as condições, dependendo do relacionamento com o cliente. Outro fator é que tanto os bancos privados quanto o Banco do Brasil, por enquanto, continuam financiando 80% do valor de imóveis novos ou usados.

IBGE


Sinapi fica em 0,50% em abril

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Caixa Econômica Federal, ficou em 0,50% em abril. A taxa é 0,27 ponto percentual superior à de março, 0,23%. A alta acumula é de 1,12% no ano e de 5,30% em 12 meses. O custo nacional da construção civil em abril alcançou R$ 923,58 por m², sendo R$ 502,33 relativos a materiais e R$ 421,25, a mão de obra. A alta mensal chegou a 0,43% e 0,59%, respectivamente. Em 12 meses, a alta atingiu 3,05% para materiais e 8,08% para mão de obra.

AVALIAÇÃO


Preço dos imóveis deve aumentar

O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda. Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as construtoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão "apertadas".

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