ALTO PADRÃO. EDIFÍCIOS COMERCIAIS 24/12/2014

Para quem vai por cima

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Beatriz Cavalcante beatrizsantos@opovo.com.br
RODRIGO CARVALHO
LUCIANO CAVALCANTE. O presidente da Luciano Cavalcante Imóveis construiu o LC Corporate Green Tower, um edifício comercial com heliponto
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Em Fortaleza, são poucos os executivos que têm o privilégio de chegar ao trabalho por cima. Isto porque são apenas 17 helipontos na Capital, sendo apenas três em edifícios comerciais. Os outros 15 encontram-se em hospitais, fábricas, em três prédios residenciais, em locais especializados para passeios de helicópteros e na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).


Mas com o aumento no número dessas aeronaves, 54% nos últimos quatro anos, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as construtoras vêm apostando na construção de novos helipontos em Fortaleza, em prédios comerciais.


É o caso de três delas, que estão construindo edifícios comerciais com os equipamentos: BSPAR Incorporações, com o BS Design e o BS Tower; Dias de Sousa Construções, com o WSTC; e a Moura Dubeux, com o ITC Central Park.


Fábio Albuquerque, diretor de Incorporações da BSPAR, diz que prédio comercial de alto padrão tem que ter heliponto. “Comparo a um carro de luxo, que tem de ser automático”, complementa. Ele acrescenta que o equipamento é um instrumento de baixo custo e não faz tanta diferença no preço da obra e na taxa de condomínio, que, afirma, é de R$ 400 a R$ 500 em edifícios comerciais com helipontos.


“Essa área (heliponto) vai ser uma área de condomínio, então, os condôminos podem decidir cobrar dos usuários por pouso, mas, em Fortaleza, não é tão comum. Em São Paulo, quase todo prédio comercial e hotel tem heliponto e eles cobram de R$ 200 a R$ 300 por toque (pouso)”, explica.


Fernando Bezerra, diretor Comercial da Moura Dubeux, diz que os prédios comerciais com helipontos são mais vendáveis, apesar de poucas pessoas os utilizarem. Ele lista que as unidades do ITC Central Park não diferenciam tanto de preço de edifícios sem helipontos, custando de R$ 295 mil a R$ 375 mil. “E ainda tem a vantagem que em caso de emergências dá mais agilidade ao atendimento”, enfatiza.


Pronto para usar

Desde 2013, a Capital cearense conta com mais um heliponto registrado pela Anac, que fica no LC Corporate Green Tower da Luciano Cavalcante Imóveis. Segundo o presidente da construtora, Luciano Cavalcante Filho. “Não é muito caro para construir se comparado ao valor do edifício, mas é um equipamento que usa materiais específicos e tem de obedecer toda uma legislação de sinalização”, diz.

 

Conforme portaria da Anac de janeiro de 2014, o cadastro do heliponto do LC Corporate Green Tower é de 10 anos. Após esse período, é necessária nova vistoria da agência reguladora para renovar o registro. Dependendo do equipamento, a permissão para uso pode ser de 5 anos.

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