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INVESTIGAÇÃO 12/07/2012

"Nossa parte está feita", afirma delegada

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Sobre o caso da esposa do microempresário da Parangaba, baleada na cabeça em um assalto dentro da própria empresa, a delegada Eliane Barbosa, titular do 5º Distrito Policial, informa que “o inquérito foi concluído e já está na Justiça”. Para a delegada, “nossa parte (da Polícia Civil) está feita. Pessoas que ele (marido da vítima) apontou foram ouvidas”. Mas, conclui, a investigação “não se chegou à autoria” do crime.

 

Questionada a respeito da demora em realizar a perícia no local do crime, a delegada Eliane Barbosa afirma que “na hora em que tomamos conhecimento do fato, fomos para cima”. O microempresário se queixa de que “a delegada, um detetive e um policial” foram à empresa somente 14 dias depois de a esposa ter sido baleada (o boletim de ocorrência foi feito na segunda-feira seguinte à quinta-feira do crime).


A respeito da sensação de insegurança, relatada pelo microempresário ao O POVO, a delegada espelha: “Sou delegada, saio de casa e não sei se volto”. E equilibra: “A função da Polícia Civil é investigativa, para fazer o procedimento. Quem tem que estar na rua é a Polícia Militar”.


De acordo com o major Tomás de Aquino, comandante da 7ª Companhia do 5º Batalhão Policial Militar, uma viatura do Policiamento Ostensivo Geral (POG) e outra do Ronda do Quarteirão, “fora uma equipe do Raio”, fazem o policiamento da área diariamente. Ele reforça que reclamações também podem ser feitas na Companhia e considera que “a Parangaba não é um bairro problemático”.

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