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Descaso 27/05/2012

População reclama de abandono no Parque Parreão

Equipamentos quebrados, falta de acessibilidade causa transtornos a quem frequenta o Parque Parreão. Segundo a SER IV, projeto de reforma e urbanização espaço já foi aprovado e a deve sair em um mês
FOTO: EDIMAR SOARES
Os moradores do bairro reclamam do descaso com o parque. Um dos muitos problemas são os bancos quebrados
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O Parque Parreão se encontra abandonado. É o que denunciam moradores das proximidades e frequentadores do parque. Quem chega ao local, logo percebe a situação: bancos quebrados, correntes de proteção enferrujadas, mato crescido, mau cheiro devido à poluição do riacho canalizado que corta o parque, inexistência de pontes para atravessar o canal, calçamento quebrado.

 

O parque fica localizado ao lado do Terminal Rodoviário Engenheiro João Tomé, que concentra grande circulação de pessoas. Em breve, nas proximidades do parque, também funcionará uma das estações da linha Parangaba/Mucuripe, onde irá passar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “Isso aqui, bem cuidado, podia virar ponto turístico”, sugere o aposentado José Ribamar Alves, que mora há 28 anos próximo ao parque.


Segundo Alves, os problemas do lugar são de longa data. O principal deles é o mau cheiro vindo do riacho, que em determinados horários chega a ser insuportável. “Os peixes morrem todos aqui. Pela cor da água e pelo fedor deve ser fossa. Um dia, tinha até espuma”, conta. Para ele, a preservação da área verde do parque é essencial para melhorar o ar da região, que absorve a poluição eliminada pelas centenas de ônibus que circulam no terminal rodoviário.


Já a estudante Vanessa Fernandes diz evitar passar pelo parque, principalmente à noite, com medo de assaltos. Segundo ela, por causa do abandono, o local é pouco frequentado. “Isso é inadmissível. É como se o parque não existisse”, reclama a estudante. Para ela, o local poderia servir como ponto de lazer para a população, com espaços para prática de exercícios físicos e piqueniques.


Localizado entre as avenidas Eduardo Girão e Borges de Melo, o parque serve como atalho para quem precisa se deslocar entre as duas vias. No entanto, como o lugar é cortado pelo riacho, os transeuntes precisam arriscar a travessia através de tábuas com pouca estabilidade. O acesso foi improvisado por causa da ausência de pontes. “Já teve acidentes. Uma vez, um rapaz de bicicleta caiu”, revela João Rodrigues, comerciante autônomo. Ele adverte que o local também é utilizado como esconderijo de assaltantes. “Eles se escondem embaixo, no riacho. Quando alguém passa, eles atacam”, conta.

 

ENTENDA A NOTÍCIA


No Parque Parreão, bancos e calçamento estão quebrados. O local também não conta com pontes para a travessia do canal. Além disso, o mau cheiro vindo do riacho poluído incomoda moradores e atrai insetos.

 

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espaço do leitor
Régia Cristina 31/05/2012 09:50
Penso que essa administração nos venceu no cansaço. Ao longo de oito anos foram tantas as nossas solicitações, reclamações e por fim, pedidos de 'socorro' e nada foi atendido. Confesso que não acredito mais em nada...promessas somente em Juazeiro do Norte e Canindé.
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Samuel Madeira 27/05/2012 15:06
Parque Parreão abandonado, ora tudo está abandonado nesta cidade! São feitas reformas sucessivas com material de péssima qualidade que estará imprestaável em poucos meses.
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Marcelo Barroso 27/05/2012 13:14
A gente sabe que tem muita coisa q foi prometida pela prefeitura e nada foi feito, porém há uma participação nessa fatia da população. Pois, em pouquíssimas vezes que foi feito algo, parte da população destrói.
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Costa 26/05/2012 18:04
Esse lerolero já tem 8 anos e não vai em ser resolvido em 7 meses. A partir de janeiro o novo prefeito vai ter muito trabalho para reconstruir a cidade destruída pela incompetente e sua trupe de fracassados.
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