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VELAS CLASSE STAR 06/08/2012

Scheidt e prada, só bronze

Brasileiros ficam em terceiro. Robert Scheidt torna-se o maior medalhista brasileiro em olimpíadas
AFP
Scheidt e Prada sorriem ao serem anunciados no pódio com bronze
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A estratégia agressiva para a última regata realizada ontem em Londres não funcionou, e os brasileiros Robert Scheidt e Bruno Prada fracassaram na tentativa de reverter a vantagem dos britânicos Iain Percy e Andrew Simpson na briga pelo ouro na classe Star. Pior do que isso, os riscos assumidos para o desfecho da competição fizeram os brasileiros serem também superados pelos rivais da Suécia, que roubaram o ouro dos anfitriões e derrubaram a dupla do Brasil para a terceira colocação. Assim, o maior medalhista da história olímpica do Brasil acrescenta um bronze em seu repertório de conquistas.

 

A dupla brasileira chegou aos Jogos de Londres como a principal favorita da classe, em razão do domínio sem precedentes da Star nos últimos anos, com dois títulos mundiais e um número extenso de conquistas internacionais. Mas o lugar mais alto do pódio não veio desta vez para o velejador brasileiro mais leureado da história e seu parceiro.


Com o status de maior medalhista olímpico garantido desta a última sexta-feira, Scheidt entrou na regata final ontem para tentar o terceiro ouro de sua carreira olímpica, mas não conseguiu tirar a diferença em relação aos britânicos Simpson e Percy e ainda foram ultrapassados pelos suecos Fredrik Loof e Max Salminen, que ficaram com a medalha de ouro. Assim, ao lado do proeiro Bruno Prada, o velejador de 39 anos conquista seu primeiro bronze na Star, a segunda medalha desde que migrou definitivamente para esta classe.


Robert Scheidt, ídolo da vela nacional terá que fazer valer de seu prestígio para salvar a classe Star para a edição do Rio de Janeiro em 2016.


No último ano, o conselho da Federação Internacional de Vela (Isaf) anunciou que a Star deixaria a programação olímpica a partir dos Jogos de 2016. Scheidt, no entanto, tem trabalhado nos bastidores para segurar a sua classe na Olimpíada brasileira, quando pretende se aposentar dos Jogos. (das agências)

 

Escolha errada

“A gente tinha uma tática de cair pelo lado esquerdo, apostando que ia sair vento por ali. Mas acabou saindo pela direita”

 

Robert Scheidt, velejador


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Marcelo 06/08/2012 11:42
"... vai mal e fica só com o bronze?" Que manchete infeliz para um jornal como OPovo...
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