11/01/2017

As cidadãs

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Renata Rodrigues, 31, autônoma

Como fabricante de bolsas, Renata precisa ir ao Centro com frequência para comprar material. Com o aumento da passagem, ela prevê mudanças. “Vou comprar mais material a cada viagem”. “Com esse preço não dá pra vir todo dia”, justifica, antes de reclamar da qualidade. “Sempre pego ônibus lotado. Não tem ar condicionado que resolva”.


Jennyfer Ferreira, 15 anos, estudante

O aumento de R$ 0,10 na meia passagem pode parecer pouco, mas vai repercutir na vida de Jennyfer. Ela sai do bairro Boa Vista para o Centro três vezes por semana para fazer curso de informática. “No final do mês, vai ficar pesado. Principalmente, porque eu ainda não trabalho, só estudo”, afirma. “Todo ano aumenta e a gente não vê melhorar”, completa. Jennyfer pontua a lotação, no horário de pico, como uma das falhas.

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