EMPRESA DE INFRAESTRUTURA 05/10/2016

Governo negocia com Power China

Companhia asiática estaria interessada na construção da refinaria no Estado e mira no terminal de gás do Pecém. Empresa também atua no segmento de energias renováveis
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Átila Varela atilasantos@opovo.com.br
RODRIGO CARVALHO EM 13/5/2016
No Ceará, energias renováveis despertam o interesse de empresa chinesa


Projetos estruturantes no Ceará começam a despertar o interesse de empresas internacionais. Uma delas é a Power China, companhia que possui expertise em projetos de infraestrutura. Ontem o Governo do Estado esteve reunido com representantes da empresa asiática em São Paulo. O contato é tido como preliminar, mas abre o leque de oportunidades para ambos os lados.


 

Um dos assuntos que chamaram atenção dos chineses é a construção da refinaria na poligonal da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE). “Temos um plano para recebermos os representantes chineses em até duas semanas. Falta conversar mais”, relatou Bruno Monte, assessor executivo da Secretaria para Assuntos Internacionais do Ceará. A perspectiva é que um plano para a refinaria, com todos os atores (financiadores, empresa de infraestrutura e operador), seja definido até o final de novembro. “Queremos ter todas as entidades nomeadas e estabelecidas. Saber quais serão as empresas que farão a operação”, adianta. As prováveis interessadas em assumir a implantação (com expertise no refino) são empresas chinesas e uma dos Emirados Árabes. Bruno destaca que as conversas também podem avançar para na área de energias renováveis com a Power China. “Queremos puxar o investimento chinês para a área de energias renováveis. É algo incipiente no Ceará. Queremos quebrar esse paradigma”, afirma.


A Power China atua na área de planejamento, construção e operação de usinas hidrelétricas, térmicas, solares, eólicas, biomassa e das que utilizam em sua matriz de geração combustíveis fósseis. Ela também foi responsável por projetos de estradas, pontes, rodovias na China.


Terminal de gás

A Power China mira, de forma secundária, no terminal de gás natural liquefeito (GNL) no Pecém. Em setembro, o Estado assinou um memorando com a empresa coreana Kogas para a implantação de uma unidade regaseificação para 12 milhões de metros cúbicos de GNL. “Precisamos de uma empresa que financie e outra que construa. É importante dizer que não estamos dando predileção à Power China. Nosso acordo é com a Kogas”, avalia.

Credit Suisse

Uma das prerrogativas para atrair empresas estrangeiras para o Ceará é uma provável parceria com organismos internacionais de financiamento, com foco voltado nas companhias asiáticas. Um dos interessados seria o banco suíço Credit Suisse. “Eles tem interesse em investir nos projetos dos parceiros asiáticos. São conversas iniciais”, reforça Bruno Monte.

 

> TAGS: economia
espaço do leitor
Pietro Cans 05/10/2016 10:12
Já vi esse filme antes, muitas vezes. Desde o tempo da GURGEL que iria instalar uma montadora de automóveis por aqui.
Pietro Cans 05/10/2016 10:05
Anunciam a intenção, liberam empréstimos bilionários estatal via BNB, BNDES, etc e tchau, bye, bye. Só lembranças e rombos nos bancos estatais que todos nós otários iremos pagar.
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