Chevening 04/10/2016

Como estudar de graça no Reino Unido por um ano

Inscrições para concorrer a bolsas de mestrado do Chevening serão encerradas no próximo dia 8 de novembro. Programa oferece passagens de ida e volta, mensalidades do curso, além de ajuda de custo com valor fixo
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Lígia Costa ligiacosta@opovo.com.br
MATEUS DANTAS
Caroline MacDonald e Joaquim Perúcio: em dois anos, número de bolsas a brasileiros quadruplicou


Quem sonha em fazer mestrado fora do País, tem até o dia 8 de novembro para se inscrever no Chevening, programa de bolsas de estudos do Reino Unido. Com um ano de duração, as bolsas de mestrado são voltadas para candidatos de qualquer área, que detenham destaque, potencial de liderança, proficiência em inglês e que voltem ao seu País de origem para promover melhorias.


 

As Bolsas Chevening cobrem despesas com uma passagem de ida e outra de volta em classe econômica para o Reino Unido, mensalidades, ajuda de custo com valor fixo para as despesas de subsistência, como hospedagem, e auxílios extras para gastos essenciais acadêmicos, como compra de livros e confecção da tese ao final do curso.


Responsável pelo Chevening no Brasil, Caroline MacDonald explica que, em dois anos, o número de bolsas no País quadruplicou de 20 para 80. A estimativa é que, em 2017, haja um aumento ou manutenção do número de bolsas. O propósito, porém, não é quantidade, mas qualidade. “Se tem só 30 pessoas que valham a pena, a gente vai investir apenas em 30 pessoas”, destaca.


Crescimento

Segundo Caroline, em três décadas, o programa concedeu bolsas a cerca de 30 cearenses. A meta, no entanto, é ampliar o alcance do programa no Ceará e em todos os outros estados brasileiros, além do eixo Rio-São Paulo e Brasília. “Gostaria de ter mais pessoas daqui, não somente para passar o ano no Reino Unido, mas para voltar a Fortaleza e trazer novos conhecimentos e investir nesse Estado”.

 

Em 1999, Joaquim Perúcio conquistou uma bolsa para mestrado profissionalizante em Administração no Reino Unido. Ex-bolsista Chevening, hoje é embaixador da Boa Vontade para o governo britânico no Ceará. A experiência, conforme Perúcio, foi “única”. “São dois momentos marcantes: o primeiro é quando você chega lá e percebe o que aquela experiência é verdadeiramente e o que ela vai representar em termos de transformação. A segunda é ao final dela, quando você percebe a sua evolução não só acadêmica ou profissional, mas principalmente cultural”.

 

NÚMEROS

 

30

cearenses foram escolhidos pelo programa em três décadas. Meta é ampliar

 

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