Programas 19/09/2016

Foco no microcrédito e no empreendedorismo

"Prefeituráveis" destacam propostas de criação de linhas de microcrédito, capacitação para pequenos negócios e fomento à economia solidária na Capital
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CANDIDATOS


Ronaldo Martins (PRB)


1 – Reestruturação do setor de serviços e turismo, com garantias de qualificação dos trabalhadores e empreendedores.


2 – Buscar atração de indústrias limpas. Transformar áreas do Centro da Cidade num “receptáculo” de empresas de tecnologia.


3 - Instituir o programa Mão de Obra do Bairro, para a contratação preferencial de trabalhadores locais quando da realização de obras públicas.


Ricardo Coimbra: A proposta é boa, já que algumas regiões demandam emprego. As demais conjugam as atividades que a economia fortalezense é forte. E também busca fortalecer e atrair (indústrias limpas) e gerar renda onde o Município tem expertise.


Gilberto Barbosa: A questão envolvendo o Centro daria um dinamismo maior à área. É uma região que possui uma grande infraestrutura . O Programa Mão de Obra no Bairro é inovador.


Gregório Matias: Há instituições que fazem esse papel de qualificação. O apoio seria mais institucional. Fortaleza também tem vocação para as indústrias limpas, mas é uma questão que envolve esforço e articulação com o meio empresarial.


João Alfredo (PSOL)


1 - Incentivar a organização coletiva de trabalhadores/as em associações e grupos de produtores.


2 - Oferta de microcrédito para a capital de giro de pequenos empreendimentos já existentes e criação de novos empreendimentos individuais.


3 - Incentivar a economia solidária.


Ricardo Coimbra: Está fomentando o associativismo. O problema é como ele vai transformar essa perspectiva na geração de retorno às comunidades. Pode servir para gerar crescimento da atividade econômica. Não pode ficar apenas na perspectiva do escambo.


Gilberto Barbosa: Defende as associações de classe. O crédito solidário funcionou bem alguns anos atrás. Quer fomentar a economia local em bairros mais pobres e promover dinamismo. Teremos de saber como será feito esse controle.


Gregório Matias: Um esforço desnecessário, uma vez que existem sindicatos e associações que representam os trabalhadores. Não vejo necessidade disso. Mas acho válido, o incentivo à economia solidária. Pode entrar com apoio, criar alguns incentivos para isso.


Tin Gomes (PHS)


1 - Criar o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, envolvendo, de forma não remunerada, representantes de organizações públicas e privadas.


2 - Apoiar o microempreendedorismo individual, ofertando capacitação para a gestão de pequenos negócios.


3 - Motivar o surgimento e a organização e qualificação de Associações Comunitárias, preparando-as adequadamente para a produção de bens materiais de uso regular nos equipamentos públicos municipais.


Ricardo Coimbra: Há possibilidade de não gerar somente o associativismo, mas criar um canal de comunicação com o mercado, com debate entre os gestores e a comunidade. Tem de saber se essa ideia vai ser de fato colocada em prática.


Gilberto Barbosa: A criação dos conselhos é discutível. Quais serão as empresas que vão participar? O que vão discutir? As demais ideias rasas, que não dizem o que se quer atingir.


Gregório Matias: O conselho tem de ser independente e consultivo e ter diversos setores envolvidos. Isso inclui também as secretarias. As associações comunitárias surgem independente do apoio da Prefeitura.


Francisco Gonzaga (PSTU)


1 - Criação de empregos através de um plano de obras públicas necessárias, como saneamento básico, postos de saúde, escolas a serem construídas por uma empresa municipal de obras 100% pública.


2 - Isenção de pagamento de luz, água, IPTU e passe-livre em todo transporte público para os desempregados.


3 – IPTU progressivo. Quem é milionário ou dono de fábricas e grandes estabelecimentos comerciais devem pagar mais impostos e não serem isentos de pagamento.


Ricardo Coimbra: É discutível a capacidade financeira do município de criar uma empresa. De onde vai tirar isso? Já o IPTU progressivo faz sentido. Tem de ver até que ponto isso pode gerar incapacidade de pagamento do indivíduo.


Gilberto Barbosa: O IPTU progressivo é de grande valia para reduzir a desigualdade na Cidade. O auxílio aos desempregados pode gerar uma demanda no orçamento.


Gregório Matias: É complicado você ter uma empresa municipal. Será uma cooperativa? O segundo ponto é explicar de onde vem o dinheiro. O IPTU é interessante, torna o imposto mais justo.

 

> TAGS: economia
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