CRÉDITO 29/08/2016

Cautela na hora do empréstimo

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Economistas também avaliam o que fazer quando a pessoa não tem dinheiro sobrando e ainda precisa de crédito. O professor Allisson Martins diz que em termos de crédito, recomenda-se cautela, em razão do alto patamar das taxas de juros cobradas pelos bancos atualmente. “As taxas nas instituições financeiras devem entrar em trajetória de queda somente no médio prazo, principalmente em razão das incertezas e da inadimplência”, avalia.


Ricardo Coimbra observa que se o caso é de falta de dinheiro, o cidadão deve captar recursos com com taxas pós fixadas, e buscar operações em que possa dar alguma garantia para diminuir as taxas. “O crédito consignado para os indivíduos que têm trabalho pode ser uma opção, visto que serve de garantia dado o desconto em folha”, recomenda, considerando que em operações já contratadas com juros elevados, deve-se buscar outras com juros menores e trocar as dívidas.


Alex Agostini concorda que para a tomada de crédito o melhor são as operações que incluem algum bem como garantia. “Pois dessa forma a taxa de juros é menor, como é o caso de veículos ou imóveis. Mas também há os empréstimos consignados”. Avalia que cheque especial e cartão de crédito devem ser as últimas opções: “Quando não há mais alternativas”. (Artumira Dutra)

 

> TAGS: economia
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