Concessões 27/08/2016

Governo sinaliza com três ativos prontos no início de 2017

Placas solares, Centro de Eventos do Ceará e o parque de tancagem são os itens que encabeçam a lista
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Átila Varela atilasantos@opovo.com.br
AURÉLIO ALVES, ESPECIAL PARA O POVO
Centro de Eventos está entre um dos primeiros a estarem prontos para a gestão privada


O Governo do Estado quer iniciar 2017 já com três ativos prontos para a iniciativa privada. A formatação dos processos de negociação com os interessados ocorreriam até o final do ano. “Pretendemos iniciar com três ativos. Faremos o chamamento para as placas solares, o parque de tancagem e o Centro de Eventos do Ceará”, destacou Hugo Figueiredo, titular da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).


Os outros equipamentos ficariam para o decorrer do ano que vem. “Vamos trabalhar com os que já estão prontos para começar. Os demais ativos requerem a PMI (Processo de Manifestação de Interesse)”, afirma. Em seguida, entrariam o Sistema Metroviário (Metrofor), Acquario e Centro de Formação Olímpica (CFO). A expectativa é que os ativos sejam apresentados para investidores no mês de outubro.


As placas solares seriam instaladas pela iniciativa privada em áreas da Cagece e do Eixão das Águas. O parque de tancagem, que possui área definida no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), é considerado como um dos empreendimentos de destaque do complexo. Para o Centro de Eventos, haverá apenas a transferência de gestão.


Na última quinta-feira, o Governo do Estado apresentou um total de dez ativos que serão negociado com investidores. Também entram na lista a Arena Castelão, Ceasa, Cinturão Digital, além dos terrenos da Expoece, IPPOO I, Centro de Convenções de Fortaleza da Cavalaria da Polícia Militar.


Transferência

O governador Camilo Santana afirmou, durante apresentação do programa estadual de concessões, que os ativos podem se tornar mais rentáveis e com melhor qualidade dos serviços prestados. “Está na hora de o Estado sair um pouco do papel de empresário e cumprir mais seu papel de poder público me relação às áreas essenciais, que são as mais cobradas pela sociedade”, disse.

 

A apresentação é baseada em um estudo de viabilidade elaborado pela consultoria McKinsey & Company, que já havia sido entregue ao Governo em maio deste ano. Segundo Camilo, a expectativa é que a concretização das parcerias envolvendo os ativos se dê até o final de 2018. No entanto, os equipamentos ainda não possuem valores definidos.


A receita da exploração comercial de itens como Acquario, Arena Castelão, Centro de Eventos e Centro de Formação Olímpica viria de bilheterias, realizações de shows e e eventos, além de exploração de restaurantes e lanchonetes.


A aposta da Ceasa seria na otimização do espaço de lojas e estacionamento e investimentos na área de armazenagem e distribuição de alimentos.


Para atrair investidores para o Cinturão Digital, poderia haver, além da exploração comercial, ampliação da capacidade instalada e possibilidade de integração com outros datacenters, culminando no aumento da oferta de serviços e usuários.

 

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