COM A CRUSOE FOODS 06/08/2016

Ceará firma parceria para pesca do atum

Área de processamento deve ganhar 900 novos empregos. Governo do Estado também estuda a construção de uma escola de pesca em Beberibe em parceria com espanhóis
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Átila Varela atilasantos@opovo.com.br
DIVULGAÇÃO
Processamento de pescado da Crusoé Foods, em São Gonçalo do Amarante


O Governo do Estado quer estimular a pesca do atum feita por trabalhadores e embarcações cearenses. Para isso, firmou uma parceria com a empresa de processamento de pescados Crusoe Foods (do grupo espanhol Jealsa).


“A indústria está sendo operada com atum capturado a 200 milhas náuticas e por barcos do Ceará. Antes não chegávamos a essa distância. Não tínhamos essa experiência”, explica o assessor para Assuntos Internacionais do Estado, Antonio Balhmann. Ele diz que empresas chinesas, japonesas e russas pescam na costa do Ceará, mas não são geradoras de empregos.


Com a parceria, a atividade pesqueira, especialmente na área de processamento , deverá ter um incremento de 900 postos de trabalho para o Estado. Entre os itens de destaque estão o lombo do atum e o pescado triturado. “A empresa está treinando pessoal e comprando o peixe de armadores cearenses”, aponta Balhmann. Segundo ele, a empresa espanhola adquire o pescado nos municípios de Itarema e Camocim. A carga é destinada à indústria para processamento em São Gonçalo do Amarante, sede da unidade fabril.


Fundado em 1958, o Grupo Jealsa é constituído de 14 empresas que atuam nas áreas de pesca e serviços, conservas e pescados, além de participar dos mercados de meio ambiente e energia. Na área de conservas, a empresa se destaca no processamento de atum, mariscos, mexilhões e sardinhas. Possui duas unidades de processamento na Galícia (Espanha). Está presente em outros países, como França, Itália, Portugal e Guatemala.


Escola de pesca

O governo estadual estuda a construção de uma escola pesqueira em Beberibe, no distrito de Parajuru. A unidade será destinada à formação de obra especializada para pesca oceânica. Além de formar profissionais, a estrutura fomentaria a atividade no Estado.

 

Para a formatação do projeto, haveria uma parceira com a unidade espanhola da Galícia. O Ceará responderia pela construção. “Nosso objetivo é que eles possam fazer o projeto, tanto da parte pedagógica, quanto física. A instrumentação também ficaria a cargo deles”, ressalta. Os espanhóis trariam barcos, motores e redes de pesca para auxiliar na formação dos alunos. No total, unidade educacional formaria 300 pessoas ao ano. Valores para a construção não foram divulgados.

 

> TAGS: pesca ceará atum
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