Quinta semana seguida 02/08/2016

Expectativas para inflação de 2017 melhoram

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Pela quinta semana consecutiva, o mercado financeiro melhorou as previsões para a inflação do próximo ano. Com esse movimento, os analistas caminham para perto do que o Banco Central (BC) projeta para o Brasil em 2017: ter o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada inflação oficial, na meta de 4,5%.


No Brasil, o IPCA é considerado a inflação oficial. Quando o BC sobe ou desce os juros básicos da economia (Selic), está olhando para esse indicador, sempre com o objetivo de manter o custo de vida dentro de um limite de tolerância.


A meta a ser perseguida é garantir que o IPCA fique em 4,5% ao fim de cada ano. Quando isso não é possível, a inflação tem de ficar dentro de uma margem, que vai de 2,5% a 6,5%.


Este ano será o último com essa margem de dois pontos percentuais. Para 2017 e 2018, a equipe econômica definiu que esse espaço extra ficará mais apertado, com margem de apenas 1,5 ponto percentual, ou seja, a inflação mínima será de 3% e a máxima, de 6%.


Na análise do mercado financeiro as projeções para o custo de vida do brasileiro vêm sendo ajustadas. Segundo o Boletim Focus, uma publicação semanal na qual o BC reúne as projeções de cerca de 100 analistas, o IPCA de 2017 deve ficar em 5,20%.


Até a semana passada, esse valor era maior, 5,29%. Há um mês a previsão era de um IPCA em 5,43% no fim do próximo ano. Entre uma semana e outra, a expectativa para o IPCA de 2017 caiu de 5,29% para 4,97%. Foi a terceira revisão consecutiva para o indicador. Essas melhoras sugerem ainda uma tendência de recuo nessas projeções. (Portal Brasil)

 

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