CEARÁ 28/07/2016

Maior criação de empregos da região Nordeste

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Em junho o Ceará perdeu 1.926 empregos celetistas (com carteira assinada). O desempenho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem, foi proveniente da redução do emprego, principalmente nos setores da construção civil (-1.770 postos) e do comércio (-1.093 postos), cujos saldos superaram a expansão no setor da agropecuária que gerou 400 vagas.


Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, no primeiro semestre de 2016, houve decréscimo de 24.948 empregos. E nos últimos 12 meses, 48.922 postos de trabalho a menos. Mesmo assim, o Ceará teve a maior criação de empregos da região Nordeste.


A Região Metropolitana de Fortaleza registrou queda de 2.760 empregos formais (-0,32%). No primeiro semestre de 2016, os salários médios reais de admissão, apresentaram uma queda real de 1,45%, em relação ao mesmo semestre de 2015, ao passarem de R$ 1.378,29 em 2015, para R$ 1.358,32 em 2016, tomando como referência o INPC/IBGE médio do primeiro semestre de 2016. Na comparação do primeiro semestre de 2015 com igual período deste ano o salário médio de admissão no Ceará recuou 3,35%, passando de R$1.167,12 para R$ 1.28,05.


O salário médio de admissão apresentou redução nas cinco grandes regiões, variando -0,96% na região Sul a -2,26 % na região Norte. Entre as 27 Unidades da Federação, somente o estado da Amazonas obteve aumento real no Salário de Admissão, da ordem de 1,77%.

 

> TAGS: economia
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