RMF 26/07/2016

Desemprego recua e expectativa é de melhora na indústria

Dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) apontam que taxa de desemprego diminuiu de 13,6% para 12,9% na região
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Lígia Costa ligiacosta@opovo.com.br
JULIO CAESAR/ESPECIAL PARA O POVO
Gilvan Mendes (à direita) recebe placa em homenagem aos 18 anos do IDT


Em coletiva realizada na tarde de ontem, em comemoração aos 18 anos do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Gilvan Mendes, presidente da instituição no Estado, disse que já é possível notar recuperação na oferta de empregos na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).


Conforme dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), a taxa de desemprego na RMF diminuiu de 13,6%, em abril, para 12,9%, em maio. “Há setores da indústria que começaram a dar sinais de respirar e a gente acredita que vai dar uma melhorada, principalmente em Fortaleza, Região Metropolitana e polos mais desenvolvidos como Itapipoca, Sobral, Russas e Cascavel”, afirmou Gilvan, que acredita ser o segundo semestre o período mais promissor para a recuperação de empregos.


Julho

A expectativa pela retomada de postos de trabalho aumenta com a chegada do mês de julho, período de alta estação, no qual há maior demanda por serviços em hotéis, restaurantes e/ou eventos. Nesta virada de semestre, também há maior circulação de recursos, como o pagamento da 1ª parcela do 13º salário e reajuste de 12,5% no programa Bolsa Família, aplicado a partir deste mês.

 

Josbertini Clementino, secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, reitera que a tendência de aumento na geração de empregos deve ser mantida na RMF. “O setor de serviços é o que mais puxa essa geração de empregos na Região Metropolitana de Fortaleza, que recupera quase 4 mil postos de trabalho no mês de maio em relação a abril”.


Crise tardia

Apesar da desaceleração na economia e consequente queda na oferta de vagas no mercado, Josbertini acredita que a crise chegou tardiamente ao Ceará, se comparada a outros estados. “Até maio, junho do ano passado, nós ainda tínhamos um processo de desemprego no Ceará na casa de 7 a 8%. Um privilégio se fizesse uma comparação com Minas, São Paulo, Rio ou outros estados do Sul”, compara.

 

Para o secretário do Trabalho, o investimento realizado pelas organizações e o “encorajamento” das pessoas em empreender, sejam em negócios formais ou não, contribuem para diminuir a taxa de desemprego e dinamizar a economia cearense.

 

Saiba mais


Desempenho do IDT (JUL/1998 a MAI/2016)


2.837.107 cadastros de trabalhadores


1.220.410 trabalhadores inseridos no mercado de trabalho local


21.277 pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho


Emissão de 1.722.483 Carteiras de Trabalho

> TAGS: economia
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