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Ranking 31/05/2013

Brasil é 51º na classificação de competitividade

O País perdeu 13 posições em três anos. Classificação serve de referência a investidores internacionais
FCO FONTENELE
O desenvolvimento atual da agricultura no Ceará não é o suficiente para impulsionar o País no ranking de competitividade
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O Brasil perdeu cinco posições no Índice de Competitividade Mundial 2013, conforme o relatório do International Institute for Management Development, elaborado com o apoio da Fundação Dom Cabral. O País é agora o 51º do ranking numa lista de 60 países. Os Estados Unidos e Suíça são os dois primeiros.

 

De 2010 para 2011, o País perdeu seis posições e caiu de 38º lugar no ranking para 44º. Em 2012, o Brasil caiu mais duas posições e alcançou a 46º posição. em 2013, chegou a 51º. Ao todo, foram 13 perdas em três anos.


Concorrentes do Brasil como México, Índia e Rússia têm níveis de competitividade melhores do que o brasileiro. Já países como África do Sul, Argentina e Venezuela possuem uma situação ainda pior do que a nacional.


A análise é feita a partir de dados estatísticos nacionais e internacionais, associados às informações obtidas com empresários e executivos com negócios no País.


É o terceiro ano consecutivo em que o Brasil perde posições neste ranking que avalia temas como a performance econômica, a eficiência do governo e dos negócios e a infraestrutura dos países.


Segundo Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta de dados no País, o fraco desempenho do PIB é consequência direta da baixa competitividade da economia brasileira.


“Ainda temos problemas com o marco regulatório para o setor de infraestrutura, com elevada carga tributária, com grandes custos de logística e de transporte. Estamos crescendo por causa da agricultura e do consumo das famílias, mas isso não é suficiente”, afirmou.


Segundo Arruda, o baixo nível de desemprego e a renda dos trabalhadores ajudam a manter o consumo no atual patamar. Mas esse modelo de sustentação do crescimento não está sendo acompanhado pelo aumento da produtividade do trabalho.


“Estamos gerando serviços e produtos com um trabalho de baixa produtividade. Outro problema é que a renda gerada por esse trabalho não está sendo poupada, mas sendo gasta no consumo”, disse. (da Folhapress)

 

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ENTENDA A NOTÍCIA


O ranking é um parâmetro para decisão das grandes companhias e investidores de aplicação dos seus recursos. As medidas governamentais e os movimentos da economia nacional interferem nessa classificação mundial.

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espaço do leitor
Maclima 31/05/2013 19:54
Os PTRALHAS estão ACABANDO COM O PAÍS, ACORDA BRASIL!!!
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