02/09/2012

Adiamento da refinaria não inibe indústria petroquímica

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A chegada da Prana, com licença para instalação já confirmada no Pecém, é um primeiro passo para a construção de uma cadeia petroquímica no Ceará. O que será possível com a perspectiva da construção da Refinaria Premium II da Petrobras, com início da operação previsto para 2018. “Quando você envolve projeto com envergadura de uma refinaria, ela por si só cria cadeia produtiva no entorno”, diz o consultor da área de petróleo e gás, Bruno Iughetti.

 

Ele explica que os Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande Norte são abastecidos por refinarias distantes, do Amazonas, da Bahia e de São Paulo. A instalação de uma refinaria diminuiria os custos de logística. “Nós vamos deixar de importar, o que vai ser muito bom para a cadeia produtiva, para a balança comercial. E poderemos exportar para outros países”. (NB)

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