Na opinião da delegada Lorna de Aguiar, a Lei Maria da Penha é positiva, mas deve ser mais bem aplicada. Para ela, devem ser analisados os casos em que a unidade familiar pode ser mantida e outros em que o Estado deve intervir para impedir a violência, inclusive separando o casal.
De acordo com ela, uma das formas de combate à violência é a mulher não deixar a agressão sem resposta, buscando a separação, uma ajuda religiosa, de um grupo de apoio ou aconselhamento.
“Se não tiver jeito deve buscar ajuda da autoridade policial”, conclui.
Para Francisca Gregório, presidente do Conselho de Defesa da Mulher de Juazeiro do Norte, a Lei Maria da Penha vem contribuir com a luta das mulheres.
“Lógico que, como toda lei, tem de haver ajustes. Mas a lei é fundamental e importante para que nós, mulheres, possamos buscar nosso direito elementar à vida e a não-violência”, defende. (TA)
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