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Ônibus 13/06/2013

Ministro diz que PF analisará onda de protestos em São Paulo e no Rio

José Eduardo Cardozo classificou de "absurdo" os atos de depredação durante o protesto de terça-feira contra o reajuste das passagens em São Paulo
NELSON ALMEIDA/AFP
Novos protestos contra o aumento estão previstos para o dia de hoje
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O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) anunciou que pediu à Polícia Federal para analisar a onda de protestos violentos em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Já pedimos que a Polícia Federal fizesse uma análise dessa situação e evidentemente as medidas solicitadas serão tomadas”, afirmou. “Temos que garantir a liberdade de expressão, mas em momento algum abuso e danos ao patrimônio”.

 

Ele classificou de “absurdo” os atos de depredação durante o protesto de terça-feira contra o reajuste das passagens do transporte público em São Paulo. Segundo Cardozo, vandalismo não é a melhor opção para conquistar resultados. “É absurdo. Não é assim que vai conseguir qualquer reivindicação”, disse o ministro após encontro com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).


As redes de televisão americana CNN e a britânica BBC repercutiram o conflito entre a Polícia Militar e manifestantes do Movimento Passe Livre, ocorrido durante protesto contra o aumento na tarifa do transporte público. Em texto publicado em seu site, a CNN noticia que alguns manifestantes partiram para a violência, depredando uma estação de metrô e ateando fogo em ônibus.


Já a BBC, também em texto publicado em seu site, relata que o protesto se tornou violento após grupo tentar invadir o terminal Parque Dom Pedro 2º. O texto também faz menção aos protestos ocorridos no Rio, na segunda-feira, e enfatiza que esse é um momento delicado para a cidade, que é uma das sedes da Copa das Confederações.

 

Novos protestos

Após reunião com o Ministério Público de São Paulo na tarde de ontem, manifestantes do Movimento Passe Livre, organizador dos protestos contra o aumento da tarifa do transporte público, afirmaram que a manifestação marcada para hoje está mantida. A Promotoria se comprometeu a marcar reunião com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), para negociar uma suspensão, por 15 dias, do valor da nova tarifa de R$ 3,20 por 45 dias. Antes do aumento, a tarifa de ônibus, metrô e trens custava R$ 3. Se a reunião surtir efeito e a tarifa for suspensa, os protestos também serão, afirmaram integrantes do Passe Livre. (das agências de notícias)

 

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Os protestos realizados na última semana contra o aumento das passagens provocaram prejuízo de R$ 109 mil ao Metrô de SP, segundo estimativa divulgada ontem. Com o valor seria possível comprar 34 mil passagens.

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espaço do leitor
y. 14/06/2013 17:09
O aumento da tarifa foi só a gota d'água;os protestos tem motivos bem mais relevantes.Entendam,o protesto ñ é por conta de 20 centavos.
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