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Saúde 31/05/2012

Profissionais protestam contra o projeto do Ato Médico

Para outras categorias da saúde, o fato de apenas os médicos serem autorizados a providenciar diagnósticos e prescrever medicamentos as deixaria na dependência deles. Isso poderia prejudidar o atendimento
MARCELLO CASAL JR/ABR
Manifestantes protestam em frente ao Congresso Nacional pedindo a rejeição do Projeto de Lei conhecido por PL do Ato Médico
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Profissionais de diversas áreas da saúde foram ontem à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra o projeto de lei (PL) 268/2002. Conhecida como PL do Ato Médico, a proposta busca regulamentar a atividade da medicina. Para oftalmologistas, biomédicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais de outras áreas, porém, a nova legislação seria um desrespeito a essas especialidades.

 

A psicóloga Lourdes Machado, representante da Frente Mineira de Defesa da Saúde, descartou que a manifestação fosse contra a regulamentação do exercício da medicina. Os profissionais pedem, apenas, que alguns artigos sejam revisados, para que se eliminem lacunas que privem as outras áreas das atividades nas quais estão acostumadas a realizar.


Pelo projeto, apenas os médicos seriam autorizados a providenciar diagnósticos e prescrever medicamentos, por exemplo. “São 14 profissões de saúde. Será que uma profissão só não fica superpoderosa, enquanto as outras ficam na dependência dela?”, questionou.


Para Edvaldo Loureiro, vice-presidente do Conselho Federal de Biomedicina, a aprovação do Ato Médico traria prejuízos ao Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente em locais com menos infraestrutura, como a Amazônia. Segundo Loureiro, “existem muitos municípios que não têm médicos efetivos nas unidades. Então, quem assume a gerência dessas áreas da saúde são outros profissionais”.


Ainda de acordo com Loureiro, se o trabalho desses outros profissionais fosse submetido à autorização dos médicos antes dos pacientes serem atendidos, a população local sofreria com a falta de atendimento. O PL do Ato Médico está tramitando há 10 anos. Atualmente, o projeto se encontra na Comissão de Educação do Senado, porém sem previsão para ser votado em plenário. (das agências de notícias)

 

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O texto prevê como ato exclusivo do médico os “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia”.

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M.Atheneu 31/05/2012 23:28
Ze Bob, nao se trata de medico protestando contra a lei do ato do medico. Eh que a reportagem foi mal escrita mesmo.
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Dr. K 31/05/2012 22:26
Ô,jornalista! Oftalmologista é médico,meu filho. Não deu tempo pesquisar isso no google?
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sinner 31/05/2012 16:37
so nao entendi pq oftalmologistas estao contra o ato medico, ja que se trata de uma especialidade medica... acho bom verificarem as fontes dessa reportagem...
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CBOO 31/05/2012 16:22
A INFORMAÇÃO ESTÁ INCORRETA. A MOBILIZAÇÃO NÃO FOI FEITA PELOS "OFTALMOLGISTA" E SIM "OPTOMETRISTAS".
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Franklin 31/05/2012 14:53
Troque-se "oftalmologistas" por "optometristas". É isso Zé Bob. Foi um engano da parte de quem redigiu a matéria. A optometria é uma ciência da área da saúde responsável pelo atendimento primário da visão. A Organização Mundial da Saúde a define como primeira barreira contra a cegueira evitável.
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