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18/10/2012 - 09h00

Serasa faz segundo feirão para renegociar dívida

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Pela segunda vez no ano, a Serasa Experian promove uma maratona para ajudar os endividados a tirar o CPF da lista de devedores. O Feirão Limpa Nome começou nesta quarta-feira (17) e vai até sábado (20) no Expo Center Norte, em São Paulo. Em julho, na primeira edição, 40 mil clientes participaram do feirão e 30% de todas as dívidas foram renegociadas. O site do feirão aponta 8 mil negociações bem-sucedidas.

"É muito importante essa questão de criar uma aproximação do credor com o consumidor, poder sentar numa mesa e discutir condições efetivas para fazer com que as parcelas renegociadas caibam no bolso do consumidor", diz Vander Nagata, superintendente de informações sobre consumidores da Serasa Experian.

Entre as empresas participantes desta edição, estão Caixa Econômica Federal, Panamericano, HSBC/Losango, Banco Santander e Eletropaulo. "O que a gente percebe na maioria dos casos é o descontrole com as contas", diz Nagata. "A pessoa contrai várias dívidas ao mesmo tempo e, por falta de uma visualização sobre o quando é devido por esse consumidor, os credores acabam concedendo mais crédito."

A expectativa da Serasa é que a quantidade de renegociação nesse segundo feirão seja maior do que no primeiro, impulsionado, sobretudo pelo 13.º salário. "O consumidor ainda vai receber o 13.º salário, e os credores vão levar isso em conta na hora de fazer a renegociação", diz Nagata.

Nessa segunda edição do feirão, somente a Caixa está com 30 postos de atendimentos - no primeiro feirão, com 15 postos, foram atendidas 3.800 pessoas.

"No primeiro feirão, nós tivemos 90% de acordos firmados. Desses acordos firmados, 70% estão sendo efetivados. Ou seja, as pessoas estão fazendo os pagamentos que foram negociados", afirma Neiva Macimo, gerente de recuperação de recuperação de crédito da unidade de São Paulo.

A Caixa planeja renegociar contratos da carteira comercial em geral; crédito consignado, crédito pessoal, cheque especial e capital de giro. Também serão negociadas dívidas do Construcard - cartão utilizado para a compra de material de construção - e débitos do crédito imobiliário.

A empresa faz a ressalva de que faturas de cartão de crédito deverão ter pagamentos em atraso há mais de 60 dias e dívida superior a R$ 10 mil e que não renegociará financiamento estudantil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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