Conheças nossos combos e pacotes promocionais!

CLIQUE E CONFIRA
Segundo CNC 29/08/2016 - 11h08

Demissões no varejo desaceleram em julho

Compartilhar

O saldo entre trabalhadores admitidos e demitidos no varejo registrou desaceleração no mês de julho, de acordo com divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) desta segunda-feira, 29. O saldo, no mês, foi de 15,2 mil negativos, frente aos 27,9 mil de junho.

A previsão da CNC é de que 2016 feche com um saldo negativo de 230 mil postos de trabalho. Se essa previsão se confirmar, a força de trabalho no setor encolherá 3%, o que seria o pior resultado em mais de uma década.

Nos últimos 12 meses, 3,52 milhões de pessoas foram desligadas – o menor nível desde dezembro de 2010, quando foram 3,5 milhões. O ranking da queda de emprego no varejo é liderado pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (-9,1%), livrarias e papelarias (-6%) e comércio automotivo (-5,9%). Esses segmentos também são os que mais se destacam negativamente em termos de volume de vendas: respectivamente -15,7%, -15,5% e -17,1%.

Já em números absolutos, o maior destaque negativo é o segmento de vestuário e calçados, com redução de 59,9 mil vagas. Responsável por 13% da força de trabalho no varejo, esse setor registrou, nos últimos 12 meses, queda de 11,3% no volume de vendas.

Redação O POVO Online

Compartilhar
espaço do leitor
Nenhum comentário ainda, seja o primeiro a comentar esta notícia.
0
Comentários
500
As informações são de responsabilidade do autor:

O POVO Online

Participe desta conversa com @opovoonline

TV O POVO

Confira a programação play

anterior

próxima

Economia

Erro ao renderizar o portlet: Caixa Instagram (API-USER)

Erro: 'data'
  • Em Breve

    Ofertas incríveis para você

    Aguarde

São utilidades para enriquecer seu site ou blog por meio de códigos (Tags ou Scripts) que ajudam sua página a ser ainda mais informativa

Escolha o Widget do seu interesse

Newsletter

Receba as notícias do Canal Economia

Powered by Feedburner/Google

O POVO Economia