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Em julho de 2016 04/08/2016 - 10h58

Fortaleza apresentou inflação de 4,29% nos 12 produtos que fazem parte da cesta básica

O levantamento faz parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
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Em julho deste ano, Fortaleza apresentou inflação de 4,29% nos 12 produtos que fazem parte da cesta básica. A alta nos preços dos produtos fez com que um trabalhador, para adquirir adquirí-los, tivesse que desembolsar R$ 403,38, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 4, na Pesquisa Nacional da Cesta Básica pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o levantamento, a Capital registrou variações no semestre e anual de 9,42% e 21,20%, respectivamente. A alimentação básica em julho 2016 (R$ 403,38) está mais cara do que em janeiro (R$ 368,64) e mais cara do que julho de 2015 (R$ 332,82).

Considerando o valor e, tomando como base o salário mínimo vigente no país de R$ 880,00 (valor correspondente a uma jornada mensal de trabalho de 220 horas),  isso quer dizer que o trabalhador teve que desprender 100 horas e 51 minutos de sua jornada de trabalho mensal para essa finalidade. O gasto com alimentação de uma família padrão (2 adultos e 2 crianças) foi de R$ 1.210,14.

De acordo com o estudo, a inflação no preço da cesta básica foi influenciada pela alta de dez itens, entre eles os preços do feijão (16,82%), do tomate (11,28%), da farinha (7,33%) e do leite (5,97%).

No semestre, os que sofreram maior elevação nos preços, foram: o feijão (105,44%); a manteiga (42,61%); a farinha (29,12%); e o leite (22,52%). Já os itens que apresentaram redução nos preços foram: o tomate (-23,05%) e a carne (-3,88%).

Na série de 12 meses, os produtos da cesta básica que sofreram maior elevação nos preços, foram: o feijão (149,11%), a farinha (60,22%), a manteiga (59,57%), o açúcar (55,98%), e o leite(40,21%). O único produto que apresentou redução no preço foi o tomate (-17,65%).

Cenário Nacional


Ainda de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, o custo do conjunto de alimentos básicos aumentou em 22 das 27 capitais do País em julho. As maiores altas ocorreram em Boa Vista (8,02%), João Pessoa (5,79%), Manaus (5,27%) e Maceió (4,50%). As retrações aconteceram em Florianópolis (-4,35%), Belo Horizonte (-0,64%), Belém (-0,60%), Porto Velho (-0,56%) e Brasília (-0,23%).

A capital que registrou o maior custo para a cesta foi São Paulo (R$ 475,27) , seguida de Porto Alegre (R$ 468,78) e Rio de Janeiro (R$ 448,28). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 362,63) e Rio Branco (R$ 371,94).

Entre janeiro e julho deste ano, todas as cidades acumularam altas. As maiores variações foram observadas em Goiânia (26,49%), Aracaju (24,05%) e Boa Vista (21,69%). Os menores aumentos registrados foram em Florianópolis (4,49%), Curitiba (7,26%) e Manaus (9,91%).

 

Redação O POVO Online

> TAGS: dieese
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