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Recorde 28/04/2016 - 10h59

Juros do cheque especial chegam ao recorde de 300,8% ao ano

De fevereiro para março, a taxa subiu 6,9 pontos percentuais
Arquivo/Agência Brasil
Taxa de juros do cheque especial atingiu o recorde de 300,8%
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A taxa de juros do cheque especial chegou ao recorde de 300,8% ao ano, em março, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quinta-feira, 28. A série histórica do BC tem início em julho de 1994. De fevereiro para março, a taxa subiu 6,9 pontos percentuais.

Também é recorde a taxa média do rotativo do cartão de crédito (449,1% ao ano), em março, com alta de 5,2 pontos percentuais em relação a fevereiro. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. A série histórica do rotativo do cartão de crédito tem início em março de 2011.

Parcelamento
A taxa de juros das compras parceladas no cartão de crédito ficou em 145,5% ao ano, em março, com redução de 0,6 ponto percentual em relação a fevereiro. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) atingiu 29,9% ao ano, com aumento de 0,4 ponto percentual na comparação com fevereiro.

A taxa do crédito pessoal chegou a 126,1% ao ano, com alta de 3,3 ponto percentual em relação ao mês anterior.

A média de juros do crédito para as pessoas físicas ficou em 69,2%, em março, com alta de 1,3 ponto percentual em relação a fevereiro. Já a taxa média cobrada das empresas caiu 0,9 ponto percentual para 31% ao ano.

Em março, a inadimplência (considerados atrasos acima de 90 dias) ficou estável em 6,2% para as famílias e subiu 0,1 ponto percentual para 4,9%, no caso de empresas. Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros,

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados basicamente aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa de juros cobrada de empresas subiu 0,1 ponto percentual para 11,9% ao ano e das famílias aumentou 0,5 ponto percentual para 10,1% ao ano. A inadimplência das empresas ficou estável em 1% e das famílias caiu 0,1 ponto percentual para 2,1%.

No total, o saldo das operações de crédito chegou a R$ 3,160 trilhões em março, com redução de 0,7% no mês e de 1,8% no ano. Em relação a tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) - o saldo do crédito ficou em 53,1%, queda de 0,5 ponto percentual no mês.

Agência Brasil

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espaço do leitor
Angelo Costa 28/04/2016 17:21
A HERANÇA MALDITA de LULA, DILMA, PT não cessará com a cassação, perdurará por muito tempo, uma década aproximadamente.
Angelo Costa 28/04/2016 17:19
Enquanto isso o povão enforcado, endividado, pagando os maiores juros do mundo, os maiores da história. 66 milhões de famílias endividadas, 10,5 milhões de desempregados! Aguenta Brasil!
Angelo Costa 28/04/2016 17:17
É para fechar com chave de ouro, o período mais nefasto da história política brasileira. LULA, DILMA, PT nunca mais!
MANTONIO 28/04/2016 17:11
O país com a maior carga tributária do mundo, com o maior juros do mundo, o governo competente, 12 anos e não mudaram nada, só dando esmola e enganando o povo...
DINIZ KLEIN 28/04/2016 13:15
Vai triplicar com o governo dos banqueiros de Cunha e Temer.
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