Movimento Palmas pelo Brasil 14/04/2016 - 15h00

Ivete Sangalo entra na campanha contra o Aedes aegypti

"Sou povo também. Mosquito não fala que não vai me picar porque sou cantora. Ele não quer selfie comigo, ele quer me derrubar", afirma a cantora
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Reprodução/Instagram
Ivete Sangalo entrou para a campanha contra o zika vírus e a dengue

A cantora Ivete Sangalo entrou para a campanha contra o mosquito transmissor de dengue e zika. Ela reuniu a imprensa na tarde desta quinta-feira, 14, em São Paulo, para lançar uma música e um videoclipe que alertam para a importância do combate ao vetor e prevenção das doenças.

Em coletiva, Ivete falou sobre o projeto Movimento Palmas pelo Brasil. "Melhor caminho que encontramos foi fazer um hit para esclarecer que são três passos tão importantes: não deixar água parada, o inseticida que derruba o bicho sem pensar e o repelente que é como protetor solar hoje", disse.

De acordo com ela, o mosquito não escolhe quem pica. "Sou povo também. Mosquito não fala que não vai me picar porque sou cantora. Ele não quer selfie comigo, ele quer me derrubar", afirma.

A baiana contou ainda que ira cantar para advertir os fãs. "Vou cantar essa música em cima do trio. Vou fazer uma versão em espanhol e em inglês", conta e acrescenta: "o objetivo é, através dessa campanha, melhorar a situação para que nós tenhamos uma gravidez tranquila. Já existem tantos temores, mas as alegrias sobrepõem essa situação. Mas quando entra a zika, é aterrorizante. Não sou diferente de todas as mulheres que temem essa situação", ressalta.

Por conta do surto do zika vírus, a cantora adiou os planos de engravidar do segundo filho. "Reservei depois do Carnaval o tempo para eu engravidar. Já havia o medo da dengue e já passei por isso. Já peguei duas dengues! Mas definitivamente o quadro da zika estampado na realidade do Brasil fez frear o sonho de nós mulheres. Quando me vi dentro disso, falei que tinha que participar dessa prevenção com algo de forma alegre e lúcida", comenta.

A cantora já ensinou seu filho Marcelo, que gostou da música, a se proteger do mosquito. "Meu filho ouviu essa música e já pediu para eu colocar de novo. Temos um indivíduo ali na nossa frente. Temos que ensinar que vai passar o repelente pelo benefício dele. A criança tem que criar o hábito de criar vínculos com aquela explicação. E não é só nesse sentido, é para tudo! Educar é criar condições, é trabalhoso, mas a gente cria uma tranquilidade", disse ela.

Redação O POVO Online

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